Quarentena, isolamento social… Afinal de contas, o que é melhor contra o COVID-19?

Muito se tem discutido sobre as diversas maneiras de evitar a proliferação do novo Coronavírus no Brasil e no mundo. O que funciona mais? Vamos conversar!

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Desde dezembro de 2019 estamos acompanhando o surgimento e disseminação do novo coronavírus, o COVID-19. A OMS declarou pandemia no dia 11/03 e, desde então, acompanhamos países enfrentando graves surtos e impondo a quarentena como uma solução para conter a disseminação do vírus. Mas, como funciona a quarentena? Ela é importante? É realmente efetiva? Vamos conversar um pouquinho sobre isso.

Aqui no Brasil, o primeiro caso do novo coronavírus foi confirmado no dia 25/02, tendo atualmente 314 casos confirmados, 8.819 suspeitos e 1.890 descartados. A disseminação do vírus está crescendo de maneira exponencial, o que preocupa as autoridades do país e a população no geral. Como lidar com esse momento? O que podemos fazer? Algumas recomendações são dadas para evitar que o vírus se espalhe ainda mais. 

Em meio ao surto, o Ministério da Saúde publicou uma portaria com regras sobre a adoção do isolamento e da quarentena. As medidas previstas como meios de enfrentamento da doença entrou em vigor em 6 de fevereiro, na lei nº 13.979.

O governador de São Paulo, João Doria, anunciou na tarde de sábado (21) que todos os 641 municípios do Estado de São Paulo entrem em quarentena pelo período de 15 dias. A medida obriga o fechamento do comércio e mantém apenas os serviços essenciais, como nas áreas de Saúde e Segurança.

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Quarentena

A quarentena é a restrição de atividades comuns da rotina para pessoas que não estão infectadas ou que não apresentem os sinais da doença. É uma medida administrativa que visa separar essas pessoas das que estão com o COVID-19, evitando a propagação do vírus. Pode durar até 40 dias, podendo se estender pelo tempo necessário para reduzir a transmissão comunitária.

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Isolamento

O isolamento separa pessoas confirmadas ou que estejam em investigação clínica e laboratorial (sintomáticas ou assintomáticas). Ou seja, pessoas que tiveram contato com alguém que teve o COVID-19 suspeito ou confirmado e para pessoas que voltaram de viagem de lugares que enfrentam o surto do vírus recentemente. Esse isolamento pode ser feito em casa ou em hospitais e tem como objetivo, evitar a propagação da infecção e transmissão local. Para esse caso, é necessário um termo de consentimento livre e esclarecido do paciente.

Essa medida só pode ser determinada por prescrição médica ou por um epidemiologista, por um prazo máximo de 14 dias. Esse prazo pode ser estendido ou reduzido conforme o resultado do exame. A recomendação é seguir as diretrizes e direcionamentos dos profissionais de saúde, que estão trabalhando incansavelmente durante essa pandemia.

A medida de isolamento e de quarentena tem como principal objetivo retardar e evitar a disseminação do vírus, visando o “achatamento da curva” como demonstrado na imagem abaixo:

O achatamento da curva é importante para evitar que a rede de saúde enfrente um pico de casos e não tenha mão de obra e material necessário para atender todos os pacientes. Com a curva achatada, os hospitais adquirem mais tempo e qualidade para tratar dos pacientes infectados. 

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Buscando ajuda

Os sintomas do COVID-19 são bastante parecidos com os de uma gripe comum, como dor de cabeça, febre, dor no corpo, dor de garganta e coriza. Com a semelhança, é comum que diversas pessoas procurem o Pronto-Atendimento pelo aparecimento de qualquer um dos sintomas listados acima, o que pode ser um perigo em tempos de crise. Ao visitar o hospital, você fica exposto a diversos riscos, além de infectar outras pessoas caso realmente esteja com o COVID-19. Por isso, é recomendado buscar o Pronto-Atendimento mais próximo apenas se você apresenta sintomas graves da doença. Para quem teve contato com algum caso confirmado do vírus ou voltou de viagem recentemente, é recomendado que procurem um posto de saúde, em vez de Pronto-Atendimento. De acordo com as contas realizadas pelo Ministério da Saúde, eles são capazes de atender 90% dos casos da doença.

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Mas então, o que fazer quando surgir uma dúvida? Onde posso buscar informação?

A Telemedicina é uma importante aliada no combate ao COVID-19. Com ela, o paciente consegue se comunicar com o médico através de uma chamada de vídeo, podendo tirar dúvidas, receber orientações e entender se o caso se enquadra como potencial coronavírus ou se pode ser apenas um resfriado comum.

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Onde encontro a Telemedicina?

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